“O meu sentimento de alegria é duplo, porque convivo com o de agradecimento aos 9.845 fortalezenses que me ofereceram a condição de representá-los. Reconheço, no entanto, ser uma responsabilidade em dobro, mas encaro o desafio com humildade e sem medo de buscar sempre as melhores propostas para aqueles que confiaram o seu voto”, discursou.
Mário Hélio enfatizou ainda que a votação obtida na recondução para um novo mandato foi “dobrada em relação aos apresentados no pleito anterior. Este, portanto, é mais um motivo para comemorar, mas também, refletir e tirar futuros ensinamentos”, observou. Ao mesmo tempo em que exprimia tais considerações, ele lamentou a ausência de alguns vereadores que acabaram não se reelegendo. Entre eles, o parlamentar citou Idalmir Feitosa (PSDB), José Carlos (Cacá) Carvalho (PPS) e Márcio Lopes (PDT).
AUSÊNCIA SENTIDA - Ao se referir os três, Mário Hélio fez alusões mais incisivas ao tucano, ao expressar que “não sei como a Câmara ficará sem a presença de Idalmir Feitosa que conhece absolutamente tudo dentro desta Casa. É considerado o pai da Lei Orgânica e de outras leis que vigoram por aqui. O conhecimento dele é amplo, e vai desde a parte jurídica até a economia. Não sei o que pode ter passado do eleitor em não ter reconhecido o valor deste grande parlamentar”, assinalou.
Sobre Márcio Lopes e José Carlos Carvalho, o orador definiu que “a Câmara perde dois excelentes quadros no próximo ano. Lopes demonstrou que tem o perfil ousado e faz oposição com responsabilidade. Enquanto que José Carlos, após cinco mandatos, deveria ter um destino melhor. Perdem as comunidades de Messejana e Lagoa Redonda. A Câmara terá ausência sentida”, concluiu.
